quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Fazenda Loge


No 1 de Agosto de 1968 o 4ºGrupo de Combate
foi destacado para a Fazenda Loge e foram 30 dias calmos e amenos,só não dava para tomar banho no Rio porque o mesmo era infestado de
muitos "alfaites"(jacarés) e o pessoal não estava nada interessado em comprar fatos....
Na foto com as filhas dos empregados da Fazenda.


Ambriz




Vista aèrea de Ambriz.vila piscatória e agradavèl.
O aquartelamento da C.Caç 1678 era junto à praia,o que era óptimo.Em termos de missão,escoltas,um grupo de combate destacado na ponte de Freitas Morna,(na estrada Ambriz/Ambrizete) e outro grupo na Fazenda Loge na protecção aos civis que trabalhavam na mesma.

Adeus a Balacende

No dia 9 Maio 68 pelas 6 horas da manhã,em coluna auto a C.Caç 1678 rumou a Ambriz aonde chegou ao fim da tarde, para o cumprimento da 2ª parte da comissão.
Balacende não deixou saudades porque foi "duro" muitas escoltas,muito pó na picada,operações,emboscadas,quatro mortos,seis feridos,paiol das muniçôes que foi pelos ares e que felizmente não causou danos no pessoal,uma etapa da vida que ainda hoje recordamos...

Pacaça


Espécie de boi ou búfalo africano, muito frequente em Angola;


No Norte
de Angola
durante
a guerra
foram abatidos
muitos animais destes
que tinham uma força "bruta" mas davam uns belos bifes que deliciavam o pessoal e era um bom complemento ao rancho.

Depósito Geral de Adidos

Era nesta unidade em Luanda,que todos os militares de rendição individual,transferência de unidade (por castigos etc)consultas externas (hospital militar)ficavam aì até seguirem para os
seus destinos.
No que respeita à minha pessoa, numa consulta externa de estamotologia (dentes)estive lá desde 17 Nov 67 a 7 Jan 68, tendo feito serviço, Sargº de Dia (7) à unidade aonde estava adido,um deles foi na passagem do ano de 31 Dez para 01 Jan. Apesar de tudo sempre foi umas "férias" em Luanda,muito melhor que o pó da picada....em Balacende

terça-feira, 31 de julho de 2007

terça-feira, 3 de julho de 2007

O Poço

Este poço não deu àgua,mas houve boa vontade na tentativa de encontrar o precioso líquido,nesta foto vários "fiscais"vendo a obra,dos que estão na foto só dois é que eram
os trabalhadores.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Feijão Maluco

O Fur.Cardoso era o homem responsável pelas transmissões como tal era muito "raro" sair do aquartelamento,mas como era um "rapaz" de Lisboa gostava de brincar/gozar com o pessoal:
Quando chegavamos da picada como diziamos na giria (escoltas) ou de operações na mata, lá
aparecia ele a dizer: então vem cansados? comeram muito pó? calor? etc e com ar de "gozão",um dia pensei para os meus botôes tenho que pregar uma partida a este "artista".
Um dia numa operação (na mata) quando ia afastar um arbusto,diz-me o sold. Lourenço (nativo de Angola) furriel não mexe aì que isso é feijão maluco (do qual eu sabia o efeito, mas não conhecia)perguntei como podemos levar um pouco sem problemas?Ele sacou do maço
de tabaco, tirou os cigarros, e apanhou um pouco do dito, e embrulhou bem e deu-me,quando chegamos ao aquartelemento lá estava o Cardoso à nossa espera com os seus ditos, pensei é hoje
que vais ter o sabor da mata.
À noite na nossa camarata (aonde dormiamos os furrieis) fui à cama dele e espalhei o feijão maluco, quando ele se foi deitar, passado pouco tempo, levanta-se e vai tomar banho (tal era a comichão) deita-se e passado alguns levanta-se e vai outra vez para o banho,e repete e cena mais uma vez, até que o Fur.Curioso diz : porra deixa o pessoal dormir, muda mas é os lençois
porque isso é feijão maluco que te puseram na cama,aí o Cardoso virou fera pegou na FN e diz se eu sei quem foi o filho da..... e dou-lhe jà um tiro e disse mais um chorilho de asneiras, e o Cruz calado que nem um rato e a fingir que dormia.Passado uns tempos o Cruz informou-o que tinha sido ele o autor, respondeu: eu desconfiei de ti mas como não tinha a certeza....
Obs:É uma planta relativamente alta que tem uma vagem cheia de picos, tipo alfinete, e quase imperceptíveis a olho nu. À sua passagem, na sequência do movimento e abanar da planta, os picos das vagens começam a voar em todas as direcções penetrando a roupa e a pele em todo o corpo. A consequência imediata é uma irritação cutânea de grandes proporções fazendo-nos coçar até não poderemos mais. Daí os nativos terem dado o nome de maluco...

terça-feira, 19 de junho de 2007

2º Convivio da C. Caç 1678

No dia 17 de Junho de 2007 realizou-se em Vila de Rei o 2º convivio dos veteranos de guerra da C.Caç 1678 os quais se fizeram acompanhar de familiares, e amigos.
Foi um recordar de tudo e todos,tais como 0 17 de Maio 67,data do embarque para Angola (40 anos).Uma saudação especial para o Jeremias (era o homem que punha o pessoal em sentido, pois era o corneteiro)que foi a primeira vez ao fim de tantos anos "encontrou" um companheiro neste caso vários.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Mais uma Escolta ao MVL

Os graduados do 4º grupo de combate ( Furrieis Cruz-Isidoro-Mota e Alf Pereira,julgo que o militar que está sentado no Unimog é o Pina(?) ou o Correia ? )prontos para mais uma saída para uma escolta, mas ainda houve tempo para tirar uma foto para mandar às madrinhas de guerra.

Bandeira de Portugal

4º Grupo de Combate

Mesmo em zonas operacionais o içar e arrear da Bandeira era cumprido religiosamente de manhã e ao fim do dia,o que era mais ou menos "facilitado" por alguns comandantes era a farda desde que não se fosse descalço ou de chinelos.


Bandeira de Portugal é um rectângulo com proporções 2:3, dividido verticalmente em verde (a 2/5 do comprimento) e vermelho (3/5). Quando desfraldada, a parte verde fica do lado do mastro, ou do lado esquerdo quando representada graficamente. Centrado na linha de separação entre o verde e o vermelho está o brasão de armas de Portugal, consistindo numa esfera armilar sobreposta pelo tradicional escudo português, que é de prata, com cinco escudetes de azul carregados de cinco besantes de prata e bordadura de vermelho, com sete castelos de ouro. A Bandeira foi oficialmente adoptada a 30 de Junho de 1911.


segunda-feira, 4 de junho de 2007

Memórias

O pimeiro grande contingente militar partiu de Lisboa em 21 de Abril de 1961 com destino a Angola, a bordo do navio "Niassa";e chegou a Luanda no dia 1 de Maio.As tropas estavam sob o comando do General Venâncio Deslandes (mais tarde Governador Geral de Angola) e o objectivo era ocupar o Norte de Angola ( o que foi conseguido) e interditar a fronteira com o Congo ex-Belga a fim de cortar as rotas de reabastecimento da guerrilha.

Escolta ao MVL

Alguns elementos do 4º Grupo prontos para mais uma escolta ao MVL, até à Fazenda Beira Baixa,destaca-se o Pinto (o homem das barbas) que era o apontador da metralhadora Breda
e que a missão dele era ir sempre de pé,agarrado à mesma com olhar bem vigilante e pronto
a disparar a qualquer momento.

Espingarda Automática FN


A arma oficial da Companhia de Caçadores 1678



Calibre : 7,62X51 mm
Peso sem carregador: 4,200 Kg
Com carregador: 4,930 Kg
Tipo: Portátil
Velocidade inicial do projétil
: 850 m/s
Alcance máximo: 3.600 m
Alcance de utilização: 600 m
Emprego: Individual
Funcionamento: Ação indireta dos gases
Regime de Tiro: Semi-automático e automático e repetição
Capacidade do carregador padrão: 20 cartuchos




quinta-feira, 31 de maio de 2007

Ilha do Mussulo

Ao sul de Luanda, encontra-se a “ilha” do Mussulo, na realidade uma restinga envolvida por uma série de pequenas ilhas. No lado continental, de águas calmas,,e uma enorme quantidade de coqueiros. No lado oceânico, com o mar de águas limpas mas mais agitado, existem praias de areia branca e quase desertas, habitadas apenas por pescadores nativos.

Nas férias ou numa passagem por Luanda era "obrigatório" ir até à ilha do Mussulo,dar uns mergulhos e comer um bom churrasco,era o retemperar das forças para se voltar ao pó infernal das picadas nos Dembos.
Na foto Fur. Artur Ribeiro(Reg EngªLuanda) 2ºSarg Sá e Fur. Cruz (C.Caç 1678)

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Unimog


O Unimog oferecia algumas qualidades tais como:força,robustez,durabilidade e confiabilidade,veículo ideal para operaçôes em terrenos íngremes e acidentados.
Na guerra do Ultramar,normalmente servia para o transporte de uma Secção de Combate (6/8 homens)em diversas operações no terreno.
Era conhecido como "Burro do Mato"pelo facto de ser alto e estreito,com a distância dos eixos muito curta,e o seu comportamento em picadas com buracos ou terreno acidentado,dava a sensação de um burro aos pinotes.O pessoal tinha que ir sempre bem agarrado,senão iam borda fora.
Um dia o Cruz (escolta nocturna)com a secção não foram pela borda fora mas sim por uma ribanceira abaixo,porque iam todos a dormir,felizmente ninguém se feriu, e o "burro" voltou à picada pelos seus meios.

Mobilização

O processo que levava um jovem militar até Angola iniciava-se habitualmente logo após o final da instrução da especialidade, para um atirador, e tanto fazia sê-lo de infantaria, cavalaria ou artilharia, após ser dado como pronto vinha a ordem de mobilização. O caso mais vulgar e típico era o de o militar pertencer a uma companhia e esta a um batalhão. A ordem de mobilização originava a guia de marcha para a unidade mobilizadora,(neste caso Reg Inf de Abrantes) Aí se juntavam os militares vindos dos vários centros de instrução, os graduados e os comandantes. A Companhia(C.Caç 1678) e o Batalhão(Bat Caç 1910) já tinham um número de código atribuído e, aos poucos, surgiam os especialistas diversos, os condutores, transmissões, enfermeiros e cozinheiros, de modo a que se preenchesse o quadro orgânico respectivo. Enquanto se formava a unidade, realizavam-se os exercícios de instrução, IAO,( instrução de aperfeiçoamento operacional ),com os conselhos sobre o que fazer em Angola, para sobreviver, recebiam-se as vacinas, o camuflado e, por fim, a unidade estava pronta. Chegava a ordem de embarque e então o contingente formava em parada no quartel. Nos primeiros tempos, o capelão rezava uma missa campal, que depois caiu em desuso; o comandante da unidade mobilizadora, um coronel, proferia umas palavras alusivas à missão e entregava o guião ao Comandante do Batalhão mobilizado, um tenente-coronel; as tropas desfilavam ao som da música, era concedida a licença de dez dias antes de embarque e pagas as ajudas de custo. Neste momento, o militar era um mobilizado, ia a casa, despedia-se da família, fazia umas asneiras por conta, arranjava umas correspondentes para lhe escreverem, ou umas madrinhas de guerra, e voltava à unidade mobilizadora para daí iniciar verdadeiramente a viagem.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Serviram a Pátria


Capitão Milº Artª
Roberto Domingos Pacheco
Comandante da Companhia

Alferes Milicianos

António Mário Ventura Gomes
Cmdt 1º Grupo de Combate

José Augusto Faria Fonseca
Cmdt 2º Grupo de Combate

Alfredo Nunes Alves Miguel
Cmdt 3º Grupo de Combate

Manuel Pires Pereira
Cmdt 4º Grupo de Combate

2º Sargºs do Q.P.

Francisco Belo Pires
Cmdt da Formação

Alvaro Moura de Sá
Cmdt de Secção 1º Grupo

José Silverio Pereira
Cmdt de Secção Logistica

Furrieis Milicianos

José Madeiras dos Santos
Cmdt de Secção Alimentação

Armando Sergio de Carvalho Pacheco
Cmdt de Secção Auto

José Carlos Ormonde Mancebo
Cmdt de Secção Sanitária

Simplicio Tremoceiro Cardoso
Cmdt de Secção Transmissões

Furrieis Milicianos
Atiradores

José João Rosa
Cmdt de Secção 1º Grupo

Vitor Manuel Correia Cardoso
Cmdt de Secção 2º grupo

César Goncalves Curioso
Cmdt de Secção 2º Grupo

Leopoldo Rogerio Carrasco Gomes
Cmdt de Secção 2º Grupo
Faleceu em Combate

Joaquim da Rocha Martins
Cmdt de Secção 3º Grupo

Henrique da Silva Oliveira
Cmdt de Secção 3º grupo

Dario Feliciano da Silva
Cmdt de Secção 3º Grupo

Fernando José Moniz Tavares Mota
Cmdt de Secção 4º Grupo

João Jerónimo Ventura da Cruz
Cmdt de Secção 4º Grupo

Isidoro Mendes Martins
Cmdt de Secção 4º Grupo

1º Cabos
António Fernandes Nunes
Cond.Auto Rodas e Reabast.
António Marques Elias
Cozinheiro
António Rosa Henriques
Corneteiro
Manuel Fernandes Seixas
Operador Cripto

João Lopes Heitor
Escriturário
José Antonio Jesus Martins
Radiotelegrafista
Augusto Marques Braga
Radiotelegrafista
António Fernandes Araujo Alves
Radiotelegrafista
João Luis Louro Claro
Radiotelegrafista
Manuel Fernando Silva Oliveira
Aux. de Enfermeiro
Joaquim Moreira Costa
Aux.de Enfermeiro
Henrique Pereira Dias
Aux. de Enfermeiro
Manuel Beato Gonçalves Martins
Reabast e Materiais
Armindo Fernandes Azevedo
Mecanico Auto Rodas
Albano da Costa Santos
Mecanico Auto Rodas

Belmiro Rodrigues Martins
Apontad Metralhdora
José da Costa Isidro
Apontad Metralhdora

Francisco Moreira Pais
Atirador
Angelo Almeida Martinho
Atirador
Amadeu Dias Jordão
Atirador
Alberto Mendonça Gradim
Atirador
José Augusto Costa Ferreira
Atirador
César Alberto Henriques Lopes
Atirador
Justino José Rodrigues
Atirador
Serafim de Almeida Correia
Atirador
António Pereira Dias
Atirador
José Fernandes do Couto
Atirador
Esmeraldo da Silva Ferreira
Atirador
José Pina Duarte
Atirador
Adérito de Almeida Goncalves
Atirador
José Fernandes Vieira
Atirador
Manuel Lourenço Rosário
Atirador
Manuele Fernandes Glória
Atirador
Antonio dos Remédios Vicente
Atirador
Francisco Julio Monteiro
Atirador
Amadeu Almeida Cabo
Atirador
Manuel Lopes Loureiro
Atirador
Armindo de Jesus dos Santos
Atirador

Soldados
Mario Bernardo Lourenço da Silva
Atirador
Vitor Manuel Antunes Rodrigues
Atirador
António Vaz de Oliveira
Atirador
Adelino Jesus Marques
Atirador
João Garcez Fernandes
Atirador
Francisco Garcia da Silva
Atirador
José Joaquim Seixas Santos
Atirador
João Silva
Atirador
Moisés Teixeira Ribeiro
Atirador
Silvério da Silva Rocha
Atirador
João Roque Fonseca
Atirador
Manuel Augusto Dias Almeida
Atirador
Bernardo Figueiredo Tavares
Atirador
Domingos da Conceição Gualdino
Atirador
Antonio Albernaz da Silva
Atirador
Ilidio Vieira Venceslau
Atirador
António Coelho Fernandes
Atirador
Joaquim Adelino Portugal Oliveira
Atirador
Fernando de Jesus Matos
Atirador
Vasco Martins Marques
Atirador

Afonso Sousa e Silva
Atirador
Faleceu em Combate

Nelson Duarte Cardoso
Atirador
José Maria Fanado
Atirador
João de Jesus
Atirador

Manuel Luis Aguilar Rosa
Atirador
Faleceu em Combate

José Silvestre Marta
Atirador
Francisco Leonardo Costa
Atirador
Antonio Coelho
Atirador
João António Moreira
Atirador
Fernando José Nunes Pereira
Atirador
António Ferrreira Ramos
Atirador
António Pinto
Atirador
João Rodrigues Alves
Atirador
Miguel Alves
Atirador
José de Almeida Rocha
Atirador
Arlindo Gomes de Oliveira
Atirador
Luís António Madeira
Atirador
Manuel Alves Lopes
Atirador
Ernesto dos Santos Pereira
Atirador
Carlos Correia dos Santos
Atirador
António da Cunha Magalhães
Atirador
Manuel Pais Lemos
Atirador
António Figueiredo Albuquerque
Atirador
João Augusto Pinheiro Janeiro
Atirador
António de Almeida Rodrigues
Atirador
Luís Ferreira Gomes
Atirador
Martinho da Ressurreição Cunha
Atirador
Armando Ferreira dos Santos
Atirador
João Mendes de Sousa
Atirador
Fernando de Oliveira Figueiredo
Atirador
Horacio de Matos Pires
Atirador
Miguel Marques Pina
Atirador
Inácio Rocha Godinho
Atirador
Joaquim Pereira Calçada
Atirador
Moisés dos Reis Henriques
Atirador
José Ferreira da Silva
Atirador
Adelino Pereira dos Santos
Atirador
Joaquim da Cruz Marques
Atirador
António Fernandes Marques Dias
Atirador
José Saraiva
Atirador
Joaquim Antunes Damaso
Atirador
Felicio Gomes Raimundo
Atirador
Reinaldo dos Santos
Atirador
Herminio do Governo Augusto
Atirador
José Mateus Moreira
Atirador
António Matias Pereira
Atirador
Acacio Anibal Nunes
Atirador
José Henriques Malaquias
Atirador
Dionisio Lopes dos Santos
Atirador

Armandino Vitorino Gaspar
Apontad de Metralhadora
Máro Augusto Bêco Gomes
Apontad de Metralhadora
Joaquim Gonçalves Carvalhas
Apontad de Metralhadora
Belmiro Augusto Moreira Pinto
Apont de Metralhad
Manuel Almeida Capela
Apont de Metralhad
António de Jesus Almeida
Apont de Metralhad

Florival Rodrigues Martins
Trans. de Infantaria
Faleceu em Combate

José Matos Pereira
Trans. de Infantaria
Joaquim de Matos Carolino
Trans. de Infantaria

Francisco Augusto Conde
Básico
Manuel do Carmo Santos Pinto
Básico

Octávio José Ferreira Fernandes
Mec. Auto Rodas
Gregório de Matos Jeremias
Corneteiro

Amândio Pedro
Cozinheiro
Vitorino da Silva Soares
Ajud Cozinheiro
Luís Sousa Gil
Ajud Cozinheiro
Condutores
Joaquim da Silva Rocha
Cond.Auto Rodas
Joaquim de Sá Sousa
Cond.Auto Rodas
Noé Alcino Cardoso
Cond.Auto Rodas
Júlio Novais Alves
Cond.Auto Rodas
Nelson da Silva Pereira
Cond.Auto Rodas
Manuel de Lemos
Cond.Auto Rodas
Avelino Martins de Sousa
Cond.Auto Rodas
António Costa Moreira
Cond.Auto Rodas
João Moreira
Cond.Auto Rodas
Joaquim Fernandes da Costa
Cond.Auto Rodas
João de Carvalho Ferreira
Cond.Auto Rodas
Manuel Joaquim Rosa Mestre
Cond.Auto Rodas
João Neutel
Cond.Auto Rodas
Adão Fernando Bessa Borges
Cond.Auto Rodas
Constantino Alberto Tavares Guedes
Cond.Auto Rodas
Celestino Laranjeira de Sousa
Cond.Auto Rodas
Obs.Nesta lista falta o nome de 10 soldados nativos que cumpriram na integra a sua missão, e só recordo os nomes do Lourenço,Cavelho e Fernandes

Se serviste a Pátria e ela vos pagou com ingraditão,vós fizestes o que devíeis,e ela o que costuma.
Padre António Vieira

Vera Cruz

Foi neste navio Vera Cruz que a Companhia Caçadores 1678 (B.Caç 1910) embarcou no Cais de Alcantara(?) no dia 17 de Maio de 1967 pela manhã com destino a Angola, aonde chegou ao porto de Luanda no dia 27 de Maio,e depois de comboio cerca de 10 klms para o Campo Militar
do Grafanil.Aí as primeiras "desilusões e tristezas " para 10 praças, que foram retirados da Companhia e enviados para uma Unidade do recrutamento de Angola,os mesmos foram substituídos por 10 praças nativos da Provincia,assim como 4 Furrieis Milº para completar o quadro da Companhia. No dia 2 Junho/67 pela manhã saída para Balacende aonde se chegou
no mesmo dia.